11 jul 2019

FÉRIAS – SAIBA SEUS DIREITOS

Férias é o período de descanso anual de 30 dias, que deve ser concedido ao empregado após o exercício de atividades por um ano, ou seja, por um período de 12 meses, período este denominado “aquisitivo”;

As férias devem ser concedidas dentro dos 12 meses subsequentes à aquisição do direito, período este chamado de “concessivo”;

Todo empregado tem direito a férias anuais remuneradas, e deve receber um terço a mais do que seu salário habitual, com exceção dos estagiários que tem uma legislação específica e nesse caso não está previsto o 1/3 de férias;

A empresa tem o direito de definir o período no qual o funcionário irá tirar suas férias, independente da vontade ou concordância do empregado;

Segundo a nova redação da CLT, desde que haja concordância do empregado, as férias poderão ser usufruídas em até três períodos, sendo que um deles não poderá ser inferior a quatorze dias corridos e os demais não poderão ser inferiores a cinco dias corridos, cada um;

As férias do trabalhador não podem começar nos dois dias que antecedem feriados ou dias de descanso semanal, geralmente sábados e domingos;

Pela CLT antiga, menores de 18 anos e maiores de 50 eram obrigados a tirar os 30 dias de férias. A nova lei permite ao trabalhador de qualquer idade parcelar as férias em até três vezes, com as mesmas condições de qualquer trabalhador;

O funcionário pode optar em vender parte de suas férias o chamado “abono pecuniário” por até 1 terço das férias. Ou seja, ele poderá vender no máximo 10 dias das suas férias ao empregador;

O pagamento das férias, do adicional de 1/3 (um terço) constitucional e do abono pecuniário deverá ser feito até dois dias antes do início do período de férias. Neste momento, o empregado dará quitação do pagamento, em recibo, no qual deverão constar as datas de início e término do respectivo período;

Acumular férias é ilegal, a empresa será punida e obrigada a pagar em dobro as férias vencidas;

As faltas não justificadas podem reduzir os dias de férias dos empregados com base no art. 130 da C.L.T.

Após cada período de 12 (doze) meses de vigência do contrato de trabalho, o empregado terá direito a férias, na seguinte proporção:

I – 30 (trinta) dias corridos, quando não houver faltado ao serviço mais de 5 (cinco) vezes;

II – 24 (vinte e quatro) dias corridos, quando houver tido de 6 (seis) a 14 (quatorze) faltas;

III – 18 (dezoito) dias corridos, quando houver tido de 15 (quinze) a 23 (vinte e três) faltas;

IV – 12 (doze) dias corridos, quando houver tido de 24 (vinte e quatro) a 32 (trinta e duas) faltas.

Acima de 32 (trinta e duas) faltas no período de um ano o colaborador perde o direito a férias.

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09 nov 2016

Como usar conhecimento, poder e desejo para escalar vendas

Em um processo de venda, o produto ou serviço a ser comercializado precisa provocar encantamento e desejo. Para isso, o público deve estar motivado a realizar a compra. Mas de que forma a motivação em vendas pode ser estimulada? Programas de bonificação e oferecer premiações por meta são alguns dos artifícios recorrentes para motivar equipes a vender e, consequentemente, ampliar as vendas.

Porém, para criar lealdade dessas equipes com a empresa, será preciso dispor de tempo e de ferramentas que auxiliem a alcançar os resultados. Para você entender como funciona o processo, o loyalty marketing ou marketing de relacionamento segue três princípios: captar, reter e fidelizar. Ou seja, objetiva estabelecer uma relação de confiança mutuamente benéfica com os públicos envolvidos.

Para que tenha sucesso, as estratégias de loyalty marketing devem considerar o comportamento do público-alvo para fidelizá-lo e cativá-lo de forma gradual e permanente, com o objetivo de fazer com que esse relacionamento seja rentável pelo maior tempo possível. Mas o recurso por si só não será capaz de engajar se não contar com um sistema sofisticado que mescle diferentes elementos para motivar sua participação.

Aspectos como conhecimento, autonomia e desejo podem ser interessantes para ampliar a motivação em vendas. E como conquistá-los? Recursos como estabelecer metas são utilizados para envolver a equipe e encorajar a vender. No entanto, ao invés de propor apenas uma meta que amplie o número de produtos/serviços/clientes a serem atingidos, ela precisa encantar quem vende. Aliar metas ao crescimento profissional pode resultar, nesse contexto, em uma medida válida para criar um ambiente motivacional.

Esse crescimento profissional pode ser estimulado por meio de capacitação. O profissional irá reciclar seu conhecimento sobre determinado assunto e/ou negócio de atuação e, com isso, poderá treinar o olhar e estar apto a identificar os motivos pelos quais não consegue atingir metas e resultados positivos. Além disso, investir no treinamento de pessoal dá à empresa um status de investidora não só de ações ou produtos, mas de pessoas. Esse reconhecimento concedido aos colaboradores pode ser particularmente útil para que percebam sua importância no funcionamento do negócio, uma vez que investir na equipe é dar um voto de confiança ao seu desempenho.

Para você entender a importância do conhecimento no processo de vendas, de acordo com dados do ranking NOVAREJO Brasileiro 2016, investir no desenvolvimento e treinamento de colaboradores é considerado uma prioridade no crescimento futuro da empresa para 89,7% das 300 maiores redes varejistas do país. Desse modo, a questão em torno do saber pode ser resolvida, faltando dois outros aspectos necessários para motivar as vendas: autonomia e desejo.

Mais uma vez o conhecimento é considerado um fator importante para promover autonomia. Quanto mais seguro estiver, melhor o colaborador estará para recorrer ao saber adquirido e reverter em ações. O poder somado à educação, ferramentas inovadoras e a uma estrutura eficiente de trabalho, garante mais facilidade nas ações dos envolvidos no processo de vendas. E essas medidas podem estimular o desejo em alcançar mais clientes.

Quando esses três aspectos – saber, poder e querer – estão juntos, potencializam um sistema que visa a promoção de relacionamento e fidelização. O engajamento se torna, nesse contexto, um componente natural, resultando na satisfação de todos os envolvidos no processo com retorno financeiro ao negócios.

Rafael AssunçãoEmpreendedor e gestor, com mais de 20 anos no mercado, possui forte experiência em CRM, ERP e Loyalty Marketing. É CEO na Valuenet Incentive Solutions, oferecendo sua expertise e consultoria em gestão e operação de programas de relacionamento e incentivo para grandes empresas.

Fonte: administradores.com.br

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