07 dez 2017

Juros caem para 7% ao ano, menor taxa desde 1986

 Com a queda contínua da inflação e a economia em franca retomada, o Banco Central decidiu derrubar a taxa básica de juros (Selic) para 7% ao ano – o menor valor desde 1986. Essa taxa é importante para todos os brasileiros, já que afeta diretamente suas vidas. Quanto menor a taxa, melhor para você e para o País. Na prática, as famílias terão juros mais baixos em empréstimos e financiamentos. Para as empresas, o custo de investir diminui e elas podem gerar mais empregos.

A queda de juros é um círculo virtuoso, mas essa redução só é possível se o País tiver as condições necessárias para que o Banco Central reduza a taxa. Nos últimos meses, o Governo do Brasil criou essas condições ao tomar medidas importantes, como a criação do teto dos gastos. Colocar em votação a reforma da Previdência também foi importante para esse processo, além de outras ações que reorganizaram a economia.

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27 out 2017

Banco Central derruba os juros: entenda como isso melhora sua vida

Com a queda contínua da inflação e a recuperação da economia, o Banco Central decidiu derrubar a taxa básica de juros (Selic) para 7,5% ao ano.

E isso afeta diretamente a sua vida. Quanto menor a taxa, melhor para você e para o País. Na prática, as famílias terão juros mais baixos em empréstimos e financiamentos; para as empresas, o custo de investir diminui e elas podem gerar mais empregos.

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16 jan 2017

PAGAMENTO EM CARTÃO AMPLIA POSSIBILIDADE DE VENDA NOS PEQUENOS NEGÓCIOS

A aceitação dos cartões de débito e crédito é realidade em apenas 39% das micro e pequenas empresas. O número é de uma pesquisa inédita realizada pelo Sebrae. Entre os empreendedores que aceitam crédito e/ou débito como pagamento os resultados são positivos, com aumento da satisfação dos clientes para 71% dos entrevistados, crescimento de vendas para 57% e aumento do faturamento para 55%.
“Os pequenos negócios que se organizam para operar com as máquinas de cartão levam vantagem e têm mais chance não apenas de sobreviver, mas também de crescer em plena crise”, observa o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos.
O estudo apontou que, geralmente, quanto maior o porte do pequeno negócio, mais comum é o uso das maquininhas. Os cartões de débito e/ou crédito são aceitos em 65% das empresas de pequeno porte – que faturam até R$ 3,6 milhões por ano – e por somente 28% dos microempreendedores individuais (MEI). Já o recurso da antecipação do recebimento das vendas é usado constantemente por 28% dos empreendedores e, nesse caso, predominam os MEI.
Entre os empresários que não usam máquina de cartão, 79% apontam preferir outras formas de recebimento e 55% relatam estar com baixo volume de vendas. Eles mudariam de ideia caso houvesse um equipamento que aceitasse todos os cartões (76%), se recebessem o valor das vendas em um prazo menor (73%) e se fossem reduzidos os custos de compra, aluguel ou manutenção e as taxas de descontos e antecipação, alternativas citadas por 70% deles.
Fonte: Agência Sebrae de Notícias
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16 dez 2016

Governo Federal lança medidas de estímulo a Economia

Presidente Michel Temer anunciou nesta quinta-feira (15) as iniciativas do governo federal para retomar o crescimento e gerar empregos

Para estimular a economia do Brasil e gerar empregos, o governo federal anunciou nesta quinta-feira (15) medidas que reduzem a burocracia e aumentam a produtividade. São iniciativas para regularização tributária, incentivo ao crédito imobiliário e ao comércio.

Conheça as medidas:

1 – Regularização tributária
Pessoas físicas ou jurídicas poderão refinanciar dívidas tributárias vencidas até 30 de novembro de 2016. Os débitos poderão ser parcelados em até 96 parcelas. O interessado precisará comprovar a desistência expressa de ações judiciais contra as dívidas.

2 – Incentivo ao crédito imobiliário
A regulamentação da Letra Imobiliária Garantida (LIG) busca aumentar a oferta de crédito de longo prazo para a construção civil. A medida será levada a consulta pública em janeiro de 2017 e submetida ao Conselho Monetário Nacional (CMN) para posterior resolução.

3 – Redução do spread
Será criada uma plataforma para registrar ativos financeiros usados como garantia para operações de crédito. Esse ambiente vai centralizar registro de duplicatas mercantis, recebíveis de cartão de crédito e outros. Ele aumenta a segurança dos credores nas operações de desconto de recebíveis, o que amplia a oferta de crédito às pequenas e médias empresas e reduz a taxa de juros para elas. O governo também anunciou a criação de um cadastro de bons pagadores, cuja adesão será automática.

4 – Cartões de crédito
Por meio de uma medida provisória, o governo vai permitir que lojistas estabeleçam preços diferentes de acordo com a forma de pagamento (dinheiro, boleto, cartão de débito e crédito). Tal prática é proibida atualmente, o que impede a compra com desconto na forma mais vantajosa para o comerciante. O governo também quer a redução do prazo para o lojista receber o pagamento ou do custo do crédito rotativo. Outra iniciativa relativa a cartões de crédito é a determinação de que máquinas de cobrança sejam compatíveis com todas as bandeiras.

5 – Desburocratização
Prevê a simplificação do pagamento de obrigações trabalhistas, previdenciárias e tributárias decorrentes da relação de trabalho. O governo também vai unificar a prestação de unificações contábeis e tributárias e instituir a nota fiscal eletrônica em todos os municípios.

6 – Melhoria de gestão
O Sistema Nacional de Gestão de Informações Territoriais (Sinter) vai integrar cartórios de registros e de uso compartilhado por diversos órgãos da administração pública. O objetivo é reduzir o custo na obtenção de informações sobre bens imóveis e imóveis, títulos e documentos.

7 – Competitividade e comércio exterior
O governo vai expandir o Portal Único do Comércio Exterior para consolidar o encaminhamento de todos os documentos e dados exigidos para importação e exportação. A medida deve reduzir em 40% o tempo de procedimentos.

8 – Facilitar acesso ao crédito a micro, pequenas e médias empresas
Será ampliado de R$ 90 milhões para R$ 300 milhões o limite de faturamento para micro, pequenas e médias empresas terem acesso a crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

9 – Extinção gradual da multa de 10% sobre o FGTS
O governo federal vai propor, em projeto de lei complementar, a extinção gradual da multa de 10% sobre o saldo do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) em casos de demissão sem justa causa. A redução seria de um ponto percentual a cada ano. Outra medida é distribuir 50% do lucro do FGTS na conta dos trabalhadores.

10 – Microcrédito produtivo
Outra medida de incentivo à economia é ampliar o limite no enquadramento do microcrédito produtivo de R$ 120 mil para R$ 360 mil do faturamento do ano. Também serão alteradas regras operacionais para facilitar a concessão.

Fonte: Portal Planalto

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14 dez 2016

Quais setores da economia que voltam a gerar empregos em 2017

Após a retração econômica que o país passou em 2016, novos rumos estão sendo esperados de 2017.

Um deles é a geração de novos empregos. Esse ano, o índice de desemprego do Brasil chegou a 11,8% em outubro, e a tendência ainda é aumentar.

No entanto, alguns setores da economia, estão se preparando para a recuperação econômica e esperam um saldo positivo de postos de trabalho para o próximo ano.

Um deles é a indústria farmacêutica. O setor que depende muito da inovação, sofreu uma retração mais curta que outros segmentos, e por isso já está pronto para retomar as contratações.

Em 2015, o agronegócio foi o único setor que contribuiu com um resultado positivo para o PIB, e esse ano não foi diferente. A cadeia de produção agropecuária deve consolidar o país como o segundo maior produtor de alimentos do mundo.

Diante desse cenário promissor, é esperado que em 2017, o setor esteja entre os que mais gere novos empregos, tanto para as empresas diretamente ligadas ao agronegócio como para as prestadoras de serviços.

A geração de energias alternativas, como a solar e a eólica, foi favorecida pela crise no Brasil. Com a alta da energia elétrica, muitas empresas investiram em fontes de alternativas para reduzir a conta de luz.

O ramo da energia solar expandiu 300%, e o da eólica 40%. Motivos suficientes para o setor ser uma aposta na geração de novos postos de trabalhos para o próximo ano.

No terceiro trimestre de 2016, o volume produzido pela indústria química aumentou 5,6% em comparação ao ano passado, e o setor gerou 6 631 novos postos de trabalho durante o ano.

Mesmo com a crise, o setor de tecnologia foi um dos que mais cresceu no país. As fintechs e os e-commerces são as grandes apostas do segmento para as contratações em 2017.

Aos profissionais de informática, a demanda não deve se limitar a esses ramos, de acordo com uma pesquisa da Robert Half com 100 diretores de tecnologia, 50% acreditam que precisarão expandir suas equipes.

Apesar de apresentar uma recuperação mais lenta, o varejo demonstra sinais de investimentos e contratações. Outro setor é o de serviços, que mesmo sujeito às oscilações da economia, mostra boas expectativas.

Fonte: Noticenter com Informaçõs da VOCÊ S.A.

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28 nov 2016

TAXA SELIC DEVE SER REDUZIDA NESTA QUARTA-FEIRA E FECHAR O ANO EM 13,75%

São Paulo – É consenso entre economistas que a taxa básica de juros do Brasil (Selic) feche 2016 em 13,75% ao ano. Porém, a maior preocupação deles é com 2017: tanto Donald Trump, nos EUA, como os rumos políticos do País geram incertezas no ritmo de queda da Selic.
Entre amanhã e quarta-feira, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) se reúne para definir o patamar dos juros que foi cortado em 0,25 ponto percentual em outubro, para 14%, após passar quatro anos sem baixas.
Na avaliação do presidente do Instituto Fractal Análises de Mercado, Celso Grisi, a taxa deve passar por mais uma redução de 0,25 ponto em 2016. Segundo ele, o avanço do dólar sobre o real com a eleição de Trump nos Estados Unidos no dia 9 deste mês diminuiu a margem do BC para reduzir a Selic.
“Está difícil cortar juros com o dólar pressionando nossa economia. Quando a moeda norte-americana começa a valorizar ante o real, as empresas brasileiras precisam repassar essa variação para os nossos produtos, pressionando a inflação”, diz.
Um dia antes da eleição de Trump, o dólar estava cotado a R$ 3,16 e no dia 14 de novembro bateu R$ 3,44. Ontem, a moeda norte-americana fechou a R$ 3,41.
O coordenador do curso de Administração do Instituto Mauá de Tecnologia (IMT), Ricardo Balistiero, avalia que, somada à pressão do dólar, a resistência “relativa” da inflação, principalmente dos serviços, limita um corte mais forte nos juros. O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumula alta de 7,78% em 12 meses até outubro. Em janeiro, a variação era de 10,71%.
Próximo ano
Já para 2017, a expectativa do mercado é que a Selic seja reduzida em mais três pontos percentuais, alcançando 10,75% ao final do ano. Balistiero, porém, tem dúvidas se esse ritmo de baixa pode se concretizar. Para ele, o cenário político brasileiro é o principal fator de incerteza.
“Apesar de o presidente Michel Temer ter sinalizado um norte para a economia, ele nunca teve respaldo político perante a população. Então, qualquer solavanco já balança seu governo, como ocorreu recentemente com as acusações contra Geddel [Vieira Lima, ex-ministro da Secretaria de Governo]”, analisa Balistiero. Geddel pediu demissão do cargo na sexta-feira, após ser acusado pelo ex-ministro da Cultura Marcelo Calero de tê-lo pressionado para liberar uma obra no centro de Salvador.
Para Balistiero, episódios como esse vão retirando a credibilidade política da gestão Temer. “Com o governo enfraquecido, fica difícil aprovar as reformas fiscais, o que, consequentemente, afugenta investidores”, diz ele. Com saída de divisas do País, a tendência é que o BC faça cortes menores nos juros, para tentar manter investimentos aqui.
“Outro risco é se o Trump colocar em prática o que vem anunciando. Políticas protecionistas pedem aumento de gastos públicos. Gastos geram inflação e inflação gera custos altos que são combatidos com juros. Este cenário pode levar o Federal Reserve [Fed, o BC norte-americano] a elevar a taxa para um patamar maior do que vem sendo projeto”, diz.
“Com a taxa subindo nos EUA, o capital migra para lá, aumentando naturalmente a taxa de câmbio em boa parte dos países do mundo”, diz.
Se o Trump não levar à cabo sua política protecionista, Balistiero não vê risco na alta dos juros norte-americanos, pois este movimento já vem sendo precificado há três anos. A próxima reunião do Fed será entre os dias 13 e 14 de dezembro.
“De qualquer forma, o Brasil tem reservas internacionais e instrumentos, como as swaps cambiais [derivativos de câmbio] para controlar as oscilações da moeda”, afirma. “Os países que não tiverem reservas internacionais terão que pressionar mais os juros para se proteger da pressão inflacionária do câmbio. Esse movimento, por outro lado, não pode ser caracterizado como ‘guerra cambial’ entre os países. Pois ‘guerra cambial’ existe quando as nações usam instrumentos de política monetária para ganhar competitividade no mercado internacional. Não é caso deste exemplo onde os países mexem nos juros para se protegerem”, finaliza.
Fonte: DCI

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