03 ago 2017

DICAS PARA TER SUCESSO NO MICRO E PEQUENO EMPREENDIMENTO

Muitas pessoas já devem ter escutado que “empreender por vocação” é o segredo para o sucesso. Este pensamento não está equivocado. Mas, para ter uma empresa bem-sucedida e vida longa nos negócios, não basta apenas gostar do que se faz, o empreendedor deve, antes de qualquer coisa, ter a coragem para repensar os caminhos que poderão levar o negócio a prosperar ou fracassar e equilibrar muito bem paixão e habilidade.

É necessário também escolher bem o segmento em que vai atuar, se planejar, ouvir os clientes e persistir na dura, porém prazerosa missão de empreender. “A pergunta que todo empreendedor deve-se fazer é: será que, após a abertura do meu próprio negócio, saberei transformar o empreendimento em sinônimo de sucesso? ”, questiona José Benício de Oliveira Neto, diretor executivo da ABSCM – Associação Brasileira das Sociedades de Microcrédito, que atua há mais de 40 anos no mercado financeiro.

O executivo enumerou as principais características do empresário de sucesso, e dá conselhos essenciais que podem ajudar o empreendedor, nato ou postulante, a ter um negócio de sucesso. Confira.

Invista em um segmento com o qual você se identifique

Sabe aquela ideia de fazer o que se gosta, e que para muitos parece algo impossível? Pois é exatamente disso que estamos falando. Além disso, quanto mais você se identifica com a atividade e a área na qual escolheu atuar, maior a sua motivação para investir o seu tempo em aprender tudo o que puder, aperfeiçoando o seu desempenho e aprimorando constantemente o desenvolvimento do próprio negócio. No caso de micro e pequenos empresários, que já possuem um empreendimento pelo qual não se sentem pessoalmente “atraídos”, mas no qual vislumbraram uma ótima oportunidade, a dica também se aplica. Afinal, embora o investimento possa não corresponder àquilo que se gosta, sempre é tempo de aprender a gostar daquilo que se faz, não é mesmo?

Planeje-se o máximo que puder

Sim, “planejar” não somente à iniciativa, mas à administração do negócio como um todo. Desta forma, é essencial organizar os recursos humanos, materiais e financeiros de modo a garantir, tanto quanto possível, que o micro ou pequeno empreendimento seja tocado com tranquilidade, incluindo-se aí a antecipação de imprevistos. Portanto, lembre-se de que pensar a curto/médio/longo prazo, definir metas, avaliar as alternativas possíveis, monitorar resultados e rever procedimentos são tarefas que impactam diretamente no sucesso do seu micro ou pequeno negócio.

Ouça os seus clientes

Mais do que simplesmente disponibilizar produtos e/ou serviços, qualquer negócio é feito prioritariamente para alcançar pessoas. Assim, é preciso não perder de vista que os produtos e/ou serviços são os meios, e não um fim em si mesmo. Por essa razão, a qualidade do atendimento ao cliente deve estar entre os principais cuidados do micro ou pequeno empreendedor. Conversar com ele, ouvir a sua opinião, considerar o seu feedback (ainda quando este não seja tão positivo) são ações fundamentais para que você identifique o que deve ou não ser preservado e/ou melhorado na sua atuação.

Persista

Persistência sim, teimosia não. Dizendo de outro modo: é necessário que o micro ou pequeno empresário saiba distinguir um comportamento de outro. Afinal, não desistir diante de quaisquer dificuldades (ou diante de desafios naturais ao processo) é diferente de insistir. Por exemplo, continuar ofertando um produto e/ou um serviço que não tem aceitação do público.

Seguindo essas regrinhas e fazendo o que gosta, seu negócio pode ter vida longa.

Fonte: Revista Dedução

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11 jan 2017

Dois em cada três jovens planejam empreender

Para o estudo, foram realizadas 5.681 entrevistas com homens e mulheres na faixa etária dos 25 a 35 anos, das classes A B e C, com ensino superior completo ou em andamento. Metade dos consultados já era empreendedor.

O estudo apontou que, no Brasil, aqueles que já empreendem são mais ligados às causas éticas e socioambientais do que os jovens de outros países. No Brasil, esse índice alcança 68,3%, contra média de 49% das demais sete cidades pesquisadas, que incluem Nova York (Estados Unidos), Londres (Inglaterra), Berlim (Alemanha), Madri (Espanha), Xangai (China), Bombaim (Índia) e Moscou (Rússia). Em Nova York e Londres, por exemplo, a preocupação com o cenário ético é bem menor que no Brasil, atingindo 22%, apontou o gerente de Pesquisa e Estatística da Firjan, Cesar Kayat Bedran.

“É uma questão que chama atenção. A gente categorizou esses jovens empreendedores brasileiros como uma geração híbrida. Isso porque eles têm a criatividade do empreendedor e a inquietude do jovem, mas carregam um senso de responsabilidade de gerações anteriores, de pais e avós. Ou seja, eles têm uma preocupação mais considerável com questões socioambientais do que em outros países que, em alguns casos, são mais individualistas, mais preocupados em ganhar dinheiro, sem se preocupar muito até com o material que usam na confecção do seu produto”, explicou.

Os resultados  que se aproximam mais do Brasil são os de Moscou e Madri, disse Cesar Bedran. “Nenhum deles é igual ao do Brasil. Mas se eu for olhar uma questão de proximidade, eu tenho a Rússia e a Espanha, com maior correlação”. Questões como ética, apego à família, otimismo, organização para montagem do negócio, gosto pela liderança, objetividade no negócio são algumas delas. Já na área socioambiental, os russos não se preocupam como os brasileiros: são mais individualistas e querem ser os primeiros sempre.

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